O cartório de Jardim de Piranhas, no Rio Grande do Norte, se recusou a registrar uma criança com o nome de "Jabulani", nome da bola oficial da Copa do Mundo. Ana Maria dos Santos, de 28 anos, procurou o cartório junto com a bebê na última sexta-feira (11), e, na hora do registro, o tabelião se recusou a fazer a certidão do nascimento.
"Tenho o direito de dar à minha filha o nome que eu quiser, isso é um absurdo", disse Ana Maria, que acabou deixando a menina sem nome até que encontre um cartório que aceite a escolha da família. O pai, Alexandre Santos da Silva, disse que resolveu batizar a filha assim porque ela é gordinha, "como uma bola". "Todo mundo já chama ela de Jabulaninha", disse ele.
Os donos de cartórios temem uma explosão do nome Jabulani, principalmente agora que o quadro "Bola Murcha e Bola Cheia", do Fantástico, passará a se chamar "Jabulani Cheia e Jabulani Murcha" até o fim da Copa. "Não pode colocar um nome desse, porque os pais findam se arrependendo. Essa moda passa e depois quem sofre é a criança", disse o funcionário do cartório, Pacheco Gomes, que foi batizado com esse nome em homenagem ao personagem Pacheco, da Copa de 1982.
Fonte: Blog Bar de Ferreirinha
Se liguem, isso aí saiu no Sensacionalista, da UOL...
E viva a liberdade!!! Ou não...
Vê se pode...
Não é questão de se intrometer ou não, é lei!
Não se pode registrar mais nomes que se julguem peculiares no país. E está certíssimo!
Um cara chamado PACHECO vem querer botar moral...
Pior seria se fossem batizar a menina como Vuvuzela.. hehehe
Henrique Victor
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